De acordo com Helena Ribeiro, coordenadora do Campo Temático da Hanseníase da SMS, no mês de janeiro as ações de combate à doença são intensificadas nas unidades de saúde de Salvador, por isso, é imprescindível que os profissionais de saúde participem da capacitação.
“Estamos reunindo profissionais da atenção primária que já acompanham pacientes com a doença para essa capacitação, onde o ponto principal é transmitir a importância da busca dos contatos, pois essa é uma das formas mais eficazes de quebrar essa cadeia epidemiológica e diminuir a prevalência da hanseníase”, explicou.
A profissional ressalta ainda que atualmente a capital baiana possui cerca de 190 casos de hanseníase em tratamento, um número consideravelmente alto. “A gente alerta para a quantidade de casos, pois a se trata de uma doença que já deveria ter sido eliminada. Além de causar incapacidades físicas é uma doença que traz um prejuízo social muito grande”, alertou.
Atuando na rede municipal de saúde há 10 anos, a enfermeira Drielle Lôpo, comentou sobre a importância da iniciativa para os profissionais que atuam no combate à doença. “É uma capacitação de extrema relevância. Temos um grande problema de saúde pública, que é a hanseníase, mas a gente pode tentar minimizar ocorrências através do diagnóstico precoce, então capacitar os profissionais para esse diagnóstico é essencial”, falou.
A Hanseníase é uma doença transmissível que acomete, principalmente, os nervos e a pele. Os sinais e sintomas da patologia são manchas, em qualquer parte do corpo, esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas, com perda da sensibilidade (dormente). Pode atingir rosto (olhos, orelhas e nariz), braços, mãos, pernas e pés, sendo transmitida por vias aéreas, através das gotas eliminadas no ar pela tosse, fala e espirro.[/vc_column_text][vc_gallery interval=”3″ images=”39555,39556,39557,39558,39559,39561,39562,39564,39565,39560″ img_size=”full”][/vc_column][/vc_row]