Saúde de Salvador marca presença no 60º Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical em João Pessoa

Com o compromisso de fortalecer o conhecimento científico e aprimorar as respostas aos desafios da saúde pública, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Salvador, por meio do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS), participou do 60º Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (MedTrop 2025), realizado entre os dias 2 e 5 de novembro, em João Pessoa (PB).

Neste ano, o evento teve como tema “Mudanças climáticas e impactos nas doenças tropicais”, destacando a conexão entre ciência, meio ambiente e saúde. Salvador teve papel de destaque na sessão “A vigilância sindrômica como ferramenta de inteligência das diferentes esferas do SUS”, apresentando a experiência “A vigilância sindrômica em UPAs no município de Salvador: lições aprendidas e próximos passos”. A iniciativa chamou atenção por demonstrar como a capital baiana vem utilizando dados em tempo real para fortalecer o monitoramento de doenças e antecipar respostas no campo da vigilância em saúde.

De acordo com Dra. Cristiane Cardoso, gerente do CIEVS Salvador, a presença no congresso reforça o protagonismo da cidade na área. “O MedTrop é um espaço importante de troca de experiências e atualização científica. Nossa participação demonstra o quanto Salvador está comprometida com a pesquisa, a inovação e o desenvolvimento de estratégias eficazes para prevenção e controle de doenças”, destacou.

Além da palestra, a equipe do CIEVS apresentou um trabalho técnico sobre a vigilância da síndrome mão-pé-boca, que teve como autores além de Cristiane Cardoso e da diretora de Vigilância à Saúde, Andréa Salvador, os técnicos Mariana Leal de Souza Mercês, Ênio Silva Soares, Marcela Muhana, Lázaro José Rodrigues, Rosildete Pires, Juliana Oliveira e os ex-estagiários da UFBA/Farmácia, Ludmila de Sá e Felipe Miranda.

A participação da SMS Salvador no MedTrop 2025 reforça o compromisso da gestão com o Sistema Único de Saúde (SUS) e com a inovação científica, além de valorizar a formação de profissionais capacitados para enfrentar os desafios das doenças tropicais e promover a saúde pública.

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