Durante a abordagem junto aos profissionais temporários são avaliadas as condições de trabalho, a utilização de equipamentos de proteção individual, disponibilização de água e alimentação pelas empresas contratantes, além da análise das condições gerais do ambiente em que as atividades são desenvolvidas, como espaço adequado para circulação, fiações expostas e piso escorregadio. Nos cinco dias de folia, em 17 blocos e trios foram encontradas algumas dessas irregularidades: 13 instituições corrigiram as inconformidades antes do desfile e 04 foram notificadas.
Além disso, durante o trabalho das ruas, 19 crianças foram identificadas acompanhando os pais ou trabalhando ao longo do circuito. Essas famílias foram orientadas sobre o programa Salvador Acolhe, da Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres, Infância e Juventude, iniciativa que disponibiliza acolhimento temporário, alimentação e recreação para as crianças em cinco escolas. O programa conta com o apoio da SMS através de atendimentos clínicos, odontológicos e atividades educativas.
“O CEREST está nas ruas cuidando daqueles que aproveitam o carnaval para fazer uma renda extra e, muitas vezes, em atividades que exigem sobrecarga de trabalho e muito esforço físico; por isso a importância de se avaliar as condições oferecidas para estes trabalhadores. As equipes fazem um trabalho de abordagem educativa, escuta sensível e de encaminhamentos, seja para a área da assistência como para os órgãos competentes”, afirmou o secretário municipal da Saúde, Rodrigo Alves.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_gallery interval=”3″ images=”39982,39983,39984,39985″ img_size=”full”][/vc_column][/vc_row]