SMS qualifica profissionais para investigação de óbitos especiais

Capacitação reúne profissionais dos distritos sanitários para qualificar investigação de óbitos maternos, infantis, fetais e de mulheres em idade fértil

Com o objetivo de aprimorar a investigação dos óbitos maternos, infantis, fetais e de mulheres em idade fértil, além de qualificar o uso dos instrumentos utilizados nesse processo, a equipe da Vigilância dos Óbitos Especiais realizou, na manhã desta terça-feira (25), uma capacitação na Escola de Saúde Pública (ESPS) da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Salvador. A atividade teve foco no monitoramento dos casos e na prevenção de óbitos por causas evitáveis.

A iniciativa é desenvolvida pela Vigilância dos Óbitos Especiais, vinculada à Vigilância Epidemiológica (VIEP), da Diretoria de Vigilância à Saúde (DVIS), e reuniu referências técnicas dos 12 distritos sanitários da capital e Enfermeiros Interlocutores de Vigilância à Saúde (EIVS). Durante a capacitação, os profissionais foram orientados sobre as etapas de investigação dos óbitos especiais e o preenchimento e utilização dos instrumentos específicos para cada tipo de ocorrência.

A atividade também abordou a importância da análise das informações coletadas durante a investigação para identificar fatores associados aos óbitos e possíveis situações evitáveis. A qualificação dos profissionais contribui para padronizar os processos de investigação e melhorar a qualidade das informações produzidas pela Vigilância Epidemiológica.

Na prática, os dados obtidos nas investigações ajudam as equipes a identificar os fatores relacionados aos óbitos e a definir onde são necessárias ações de prevenção e acompanhamento.

“A investigação dos óbitos especiais permite compreender as circunstâncias de cada ocorrência e identificar fatores que podem estar relacionados a essas mortes. Por isso, é importante qualificar os profissionais para que eles utilizem os instrumentos de forma adequada e produzam informações que contribuam para a prevenção de novos óbitos evitáveis” , destaca Jane Pires, chefe do setor de Vigilância dos Óbitos Especiais.

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